Crítica | A Orgia dos Duendes, de Bernardo Guimarães – Plano Crítico

Uma parte da produção poética do escritor mineiro Bernardo Joaquim da Silva Guimarães é considerada erótico-cômica e também satírica, com vemos em poemas muito famosos nesse contexto, como O Elixir do Pajé e A Origem do Mênstruo. Essa comicidade do autor também se aliava a produções com um caráter grotesco, onde ele procurava harmonizar um lado sombrio, nojento e até mesmo violento e desprezível de nossa realidade (ou de “outro mundo”, mas manifestado em nossa realidade) a situações que trouxessem algum tipo de riso, mesmo o riso nervoso, apreensivo, sacana e cúmplice do leitor, como acontece neste fantástico poema A Orgia dos Duendes, publicado na coletânea Poesias, de 1865, que saiu originalmente pela Livraria B.L. Garnier.

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