O pajubá, língua de travestis e transsexuais, ganha espaço na literatura brasileira através do livro “Neca” de Amara Moira, que busca quebrar estereótipos e ampliar a representatividade da comunidade LGBTQIAPN+.
Continuar leitura em metropoles.com…
O pajubá, língua de travestis e transsexuais, ganha espaço na literatura brasileira através do livro “Neca” de Amara Moira, que busca quebrar estereótipos e ampliar a representatividade da comunidade LGBTQIAPN+.
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Muito bom!
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