Ágota Kristóf narra seu exílio linguístico para o francês em “A analfabeta”: o drama do desterro em tempos de guerra.

A húngara Ágota Kristóf narra em “A analfabeta” seu exílio linguístico para o francês, imposto pela Segunda Guerra e a dominação soviética. A simplicidade estilística reflete o drama real do desterro, mas também revela uma narrativa com forte pendor dramático, influenciada pela experiência da autora como dramaturga.

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