O autor questiona o uso da inteligência artificial na escrita de livros, levantando questões sobre a autoria e a perfeição na arte. Ele pondera se o uso do ChatGPT na criação de um romance é uma ousadia artística ou uma cópia, e se a perfeição de uma obra justifica o uso dessa tecnologia. O texto destaca a complexidade do debate e a importância de considerar os ruídos que afetam a compreensão artística.
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