O texto fala sobre a apreciação do gênero de memórias e destaca os livros de memórias de Alberto da Costa e Silva, intitulados “Espelho do príncipe” e “Invenção do desenho”. O autor ressalta a mistura entre realidade e ficção nas memórias, e elogia a habilidade de Costa e Silva como memorialista. Essas obras também revelam o interesse do autor pelo estudo da África.
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