Neste texto, o autor destaca a importância da psicanálise em sua trajetória e elogia os psicanalistas de Belo Horizonte. Ele menciona a psicanalista Elisa Arreguy Maia, elogiando sua escrita delicada e aguda. O autor resenha o livro “Todas as coisas pelas quais – Instantes de autografia”, de Elisa, descrevendo-o como poético, político e ético, repleto de memórias e registros de décadas. Ele destaca a habilidade de Elisa em brincar com as letras e ressalta a importância da escrita como forma de leitura e autoconhecimento.
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