O texto discute a relação entre a escrita ficcional e a escrita histórica, destacando a separação entre as duas formas de narrar que ocorreu no século XIX. Além disso, aborda a influência da literatura colonial na construção de um imaginário exótico e primitivo sobre os povos africanos. O texto também destaca a importância de considerar as fontes documentais existentes como evidência da presença da escrita alfabética em África antes da colonização europeia. No entanto, ressalta que tanto a produção literária quanto a histórica são influenciadas pelos paradigmas científicos e pelas noções de tempo de seu contexto, dando exemplos de correspondências entre autoridades locais e europeus em línguas eurófonas ou alfabeto árabe. Por fim, o texto menciona a constante contestação dos regimes de verdade das formas de narração.
Continuar leitura em comciencia.br…

Deixe um comentário