A editora Kitembo, fundada por três escritores da periferia de São Paulo, é a única no Brasil especializada em ficção científica. Durante a pandemia, o negócio cresceu e ampliou sua produção, alcançando diversos territórios. A literatura de ficção científica periférica dialoga com o afrofuturismo e busca trazer protagonismo negro e ferramentas tecnológicas contemporâneas e ancestrais. Pioneiros como Lu Ain Zaila e Fábio Kabral contribuíram para essa produção, que já é objeto de estudo acadêmico.
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