Flip 2022: Apagão em Paraty não impede encontro de escritores e debate sobre feminismo e identidade de gênero

A 21ª Flip em Paraty foi marcada pelo apagão que deixou a cidade às escuras, mas não impediu o encontro de escritores e leitores. Com maior equilíbrio entre nomes nacionais e estrangeiros e presença feminina, a festa abordou questões de feminismo, diversidade e identidade de gênero. Destaque para a equatoriana Mónica Ojeda e a espanhola Alana Portero. A ética de escrever sobre o medo foi discutida, assim como o caráter coletivo da literatura e do próprio tempo. Além disso, foram travados embates sobre a importância da história e dos privilegiados.

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