O autor expressa seu amor pelas crônicas e conta sobre sua imersão na leitura de Lima Barreto. Ele elogia o livro “Minha Pátria É a Língua Pretuguesa” do escritor angolano Kalaf Epalanga, destacando a profundidade e o estilo do autor. O texto ressalta a importância das crônicas para estabelecer conexões afetivas e ressignificar a língua “pretuguesa”. O autor também menciona o carinho do Kalaf por artistas e autores brasileiros. A literatura de Kalaf reflete sua revolta interior e seu coração generoso.
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