Han Kang, a sul-coreana, escreveu uma parte de “O Livro Branco” em Varsóvia, onde morou durante uma residência literária. O livro trata da convivência entre o vivo e o morto, e Han faz uma costura entre a imagem de sua irmã prematura e a vida que ela poderia ter tido por meio da escrita. Ela aborda a dificuldade de narrar o luto e questiona a força da história não contada de violência política na Coreia do Sul. O impacto do livro vem da angústia e da delicadeza de sua linguagem.
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