O texto discute a qualidade dos conteúdos criativos, destacando a produção poética do escritor Moacy Cirne no contexto estruturalista dos anos 1968 e 1972. Os poemas-processos exploram ambiguidades semânticas e experimentais, estimulando múltiplas versões. O autor ressalta a efemeridade dos poemas e a possibilidade de o leitor recodificá-los e gerar novas construções. O texto indica também a apresentação de um poema-processo inédito em um evento de poesia em 1973.
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