O vazio de minh’alma
É consequência inquieta
Da inútil palma
Que esculpe, incorreta
A matéria sólida
Existência
Ausente de razão
Cheia de inconsistência
Sem vontade
Quem rege é a ocasião
Sem sobriedade
Quem rege é a ilusão
Mistério que molda.
Parece belo, mas me incomoda
Se feito pela contingência,
O bruto mármore é minha essência?


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