O debate sobre escrita e linguagem aborda a questão de reescrever e cortar palavras desnecessárias. O escritor Ruy Castro defende a clareza e concisão, enquanto Julián Fuks enfatiza a liberdade criativa e o valor estético do excesso. Ambos os argumentos têm mérito, pois a busca por expressão clara e justa continua sendo útil na literatura, mesmo na presença de palavras abundantes.
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