Um poema inédito de Carlos Drummond de Andrade foi descoberto em um gabinete pastoral no Rio de Janeiro. O poema é dedicado a Olga Teixeira, enfermeira cristã que cuidou do poeta em seus últimos anos. A autenticidade do poema foi confirmada por especialistas. O poema faz uma comparação entre Olga e uma árvore generosa e agradecida.
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