A comparação entre Cruz e Sousa e Baudelaire, ambos poetas simbolistas, destaca a condição marginalizada dos dois e o tema comum da maldição que pesa sobre o poeta. Cruz e Sousa, sendo negro em um país escravagista, traz em sua obra a tristeza da impossibilidade de existência plena. Seu uso de imagens obscuras e diabólicas se assemelha ao de Baudelaire, porém não há uma ideia de embranquecimento do homem negro na poesia de Cruz e Sousa. O racismo aparece na forma de tristeza e memórias vividas transformadas em signo.
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