Valem estas longas elucubrações, não para questionar se acaso não seria hoje Natália Correia gloriosa e universalmente “cancelada”, ou mesmo excomungada, como o foi durante a ditadura salazarista, mas para sublinhar a sua extrema e desassombrada capacidade especulativa e o seu implacável visionarismo libertário, ainda que visceralmente utópico, a que os poemas aqui dados a ler são perfeito testemunho, “numa atitude cultural que luta pela reabilitação do imaginário do regime feminino violentado pela colonização do abstracionismo masculino surdo e cego para realidades que transcendam as categorias do seu voluntarismo intelectual.”
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