Eterno e, ao mesmo tempo, esquivo: 150 anos depois de seu “nascimento” na literatura, o gaúcho continua no coração da “argentinidade”, no meio do caminho entre mito e testemunha de como o país foi construído, percebido e transformad
Continuar leitura em O gaúcho sobrevive no século 21 como símbolo rebelde e esquivo…

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