Jornais e livros: uma mesma melancolia | Diário de Notícias

Se lermos hoje As Ilusões Perdidas de Balzac, surpreender-nos-á o quanto a distinção e o trânsito no meio literário parisiense nos princípios do século XIX dependia das relações cultivadas no meio jornalístico. A glória literária, aos olhos do protagonista e dos personagens deste romance, estava estreitamente ligada ao sucesso que o autor tivesse no meio da imprensa, pois fora desse caminho não havia êxito possível. Como o desiludido Lousteau explica ao arrivista Lucien de Rubempré, “a vida literária tem os seus bastidores; a plateia aplaude os sucessos, inesperados ou merecidos; os meios sempre hediondos, os comparsas apinocados, as claques e os subalternos, eis o que encerram os bastidores”.

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